Pesquisa da Fecomércio MG aponta que consumidores da capital estão mais dispostos a comprar

Os dados da pesquisa mostram que, gradativamente, os consumidores estão se tornando mais confiantes para comprar.
Foto: Divulgação Fecomércio MG.

Os consumidores de Belo Horizonte estão, aos poucos, voltando a ficar mais dispostos a comprar. É o que aponta a pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que alcançou 73,8 pontos em agosto, superando em 6,6 pontos o resultado apurado no mesmo período de 2021. O levantamento é realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e apurado pelo setor de Estudos Econômicos da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG).

Ainda segundo o estudo, com aumento de 0,7 em comparação ao mês passado (73,1), o indicador permanece no nível de insatisfação (abaixo dos 100 pontos). No entanto, os consumidores estão mais satisfeitos com a renda familiar. Nesta avaliação, o índice de renda atual assumiu 87 pontos, 9,1 pontos superior ao mesmo período do ano passado.

“O ICF segue abaixo da pontuação ideal, revelando que os belo-horizontinos ainda estão sendo cautelosos na hora de consumir. Apesar disso, os dados da pesquisa mostram que, gradativamente, os consumidores estão se tornando mais confiantes para comprar. O índice de renda atual apresentou um aumento e impacta positivamente na hora de consumir”, afirma o analista de pesquisa da Fecomércio MG, Devid Lima da Silva.

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Ao se pensar no trabalho, os índices de emprego atual e perspectiva profissional apresentaram pequena queda se comprado com o mês anterior. O estudo, também, destaca que ocorreu um aumento no índice de acesso ao crédito, que atingiu 78,1 pontos, superando em 9,9 pontos a avaliação de 2021. Para 18,1% dos consumidores com renda até dez salários mínimos está mais fácil ter acesso ao crédito.

No âmbito do consumo bens duráveis, a pesquisa atingiu o valor de 19,1, resultado superior ao obtido na última análise (17). Mas, para a maioria dos entrevistados (90%), atualmente é um mau momento para a compra de bens duráveis.

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